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Lina virou assunto na web ao cortar Tadeu ao vivo no BBB22: "Tá deu"

 Durante o jogo da discórdia dessa segunda-feira (28), os participantes do BBB22 tiveram que apontar quem era o protagonista, antagonista, coadjuvante e figurante da edição, quando Lina foi grossa com Tadeu Schmidt, dando um corte no apresentador, enquanto foi advertida: "Tá deu". O famoso não chegou a retrucar, mas o deboche dividiu opiniões na web, gerando críticas. Corte de Lina em Tadeu Schmidt no jogo da discórdia do BBB22 "Com certeza eu sou protagonista da minha história", anunciou a cantora, se colocando em destaque, ao ser chamada por Tadeu. "Não pela beleza, não pela sensualidade, mas porque eu entendo que se eu não contar minha própria história aqui dentro, nenhuma pessoa vai contar". "Eu entendo também que com meus erros, acertos, surtos, sorte, falta de sorte dentro do jogo, tenho contado essa história, pelas relações que construo e atritos que tenho que enfrentar para ser sincera comigo mesma, essa tem sido a minha maior dificuldade...

Cura Gay - Todos estamos doentes!

Entenda a polêmica da Cura Gay:

O juiz federal da 14ª Vara do Distrito Federal Waldemar Cláudio de Carvalho concedeu liminar que abre brecha para que psicólogos ofereçam a terapia de reversão sexual, conhecida como ‘cura gay’, tratamento proibido pelo Conselho Federal de Psicologia desde 1999. A decisão atende a pedido da psicóloga Rozangela Alves Justino em processo aberto contra o colegiado, que aplicou uma censura à profissional por oferecer a terapia aos seus pacientes. Segundo Rozângela e outros psicólogos que apoiam a prática, a Resolução do C.F.P. restringia a liberdade científica.
O magistrado não considerou a norma que proíbe a cura gay como inconstitucional, mas disse entender que os profissionais não podem se ser censurados por fornecer o atendimento.
COM A PALAVRA, O CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA.



A Justiça Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal acatou parcialmente o pedido liminar numa ação popular contra a Resolução 01/99 do Conselho Federal de Psicologia (CFP) que orienta os profissionais da área a atuar nas questões relativas à orientação sexual. A decisão liminar, proferida nesta sexta-feira (15/9), abre a perigosa possibilidade de uso de terapias de reversão sexual. A ação foi movida por um grupo de psicólogas (os) defensores dessa prática, que representa uma violação dos direitos humanos e não tem qualquer embasamento científico.

Na audiência de justificativa prévia para análise do pedido de liminar, o Conselho Federal de Psicologia se posicionou contrário à ação, apresentando evidências jurídicas, científicas e técnicas que refutavam o pedido liminar. Os representantes do CFP destacaram que a homossexualidade não é considerada patologia, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) – entendimento reconhecimento internacionalmente. Também alertaram que as terapias de reversão sexual não têm resolutividade, como apontam estudos feitos pelas comunidades científicas nacional e internacional, além de provocarem sequelas e agravos ao sofrimento psíquico.



O CFP lembrou, ainda, os impactos positivos que a Resolução 01/99 produz no enfrentamento aos preconceitos e na proteção dos direitos da população LGBT no contexto social brasileiro, que apresenta altos índices de violência e mortes por LGBTfobia. Demonstrou, também, que não há qualquer cerceamento da liberdade profissional e de pesquisas na área de sexualidade decorrentes dos pressupostos da resolução.

A decisão liminar do juiz federal Waldemar Cláudio de Carvalho mantém a integralidade do texto da Resolução 01/99, mas determina que o CFP a interprete de modo a não proibir que psicólogas (os) façam atendimento buscando reorientação sexual. Ressalta, ainda, o caráter reservado do atendimento e veda a propaganda e a publicidade.


Interpretação – O que está em jogo é o enfraquecimento da Resolução 01/99 pela disputa de sua interpretação, já que até agora outras tentativas de sustar a norma, inclusive por meio de lei federal, não obtiveram sucesso. O Judiciário se equivoca, neste caso, ao desconsiderar a diretriz ética que embasa a resolução, que é reconhecer como legítimas as orientações sexuais não heteronormativas, sem as criminalizar ou patologizar. A decisão do juiz, valendo-se dos manuais psiquiátricos, reintroduz a perspectiva patologizante, ferindo o cerne da Resolução 01/99.

O Conselho Federal de Psicologia informa que o processo está em sua fase inicial e afirma que vai recorrer da decisão liminar, bem como lutará em todas as instâncias possíveis para a manutenção da Resolução 01/99, motivo de orgulho de defensoras e defensores dos direitos humanos no Brasil.

Manifestação nas Redes Sociais

Artistas se manifestam contra 'cura gay' e aderem à campanha 'trate seu preconceito'
Uma campanha nas redes sociais contra a decisão que liberou nesta segunda-feira, 18, a terapia de reversão sexual - conhecida como "cura gay"- por psicólogos mobilizou artistas como os cantores Anitta, Pabllo Vittar, Di Ferrero (vocalista do NX Zero) e Daniela Mercury, além dos atores Bruno Gagliasso e Cauã Reymond.

Usuários têm utilizado a hashtag #TrateSeuPreconceito e #HomofobiaNãoÉDoença em protesto à decisão. Em vídeo, Anitta pediu que pais não obriguem seus filhos a buscar tratamento.

Nesta segunda, o juiz federal da 14ª Vara do Distrito Federal Waldemar Cláudio de Carvalho concedeu liminar que abre brecha para que psicólogos ofereçam a terapia de reversão sexual, conhecida como "cura gay"’, tratamento proibido pelo Conselho Federal de Psicologia desde 1999.

Nesta segunda, o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) definiu como "aberração jurídica" a decisão do juiz. Wyllys avisou que vai promover uma mobilização no Parlamento e se aliar ao Conselho Federal de Psicologia para recorrer da decisão do juiz federal. "É uma aberração jurídica, como outras que acontecem no País. Como é que o Judiciário se presta a isso? O Judiciário não está agindo de acordo com a Constituição", comentou.



A cantora Pabllo Vittar usou o Twitter para se manifestar contra a liberação da reversão sexual, afirmando que "o preconceito não vai vencer".




Daniella Mercury


Até o início da tarde desta terça, a cantora Daniela Mercury havia feito pelo menos 12 postagens no Istagram em protesto à decisão que libera a terapia de reversão sexual por psicólogos. Ela postou ainda imagens com a esposa, a jornalista Malu Verçosa, com quem é casada há quatro anos.

"Uma sociedade saudável deve promover a paz, a união, a fraternidade, o respeito, a democracia, a liberdade, o amor e o respeito as diferenças. E não permitir a opressão, a violência, a discriminação, o preconceito, a separação, a discórdia. Somos livres e iguais", disse Daniela.
Dá para perceber de "cara" que estamos doentes. Doentes de amor, doentes de respeito mútuo, doentes por nossa família. Somos doentes de felicidade! Nos respeitem!


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