Durante o jogo da discórdia dessa segunda-feira (28), os participantes do BBB22 tiveram que apontar quem era o protagonista, antagonista, coadjuvante e figurante da edição, quando Lina foi grossa com Tadeu Schmidt, dando um corte no apresentador, enquanto foi advertida: "Tá deu". O famoso não chegou a retrucar, mas o deboche dividiu opiniões na web, gerando críticas. Corte de Lina em Tadeu Schmidt no jogo da discórdia do BBB22 "Com certeza eu sou protagonista da minha história", anunciou a cantora, se colocando em destaque, ao ser chamada por Tadeu. "Não pela beleza, não pela sensualidade, mas porque eu entendo que se eu não contar minha própria história aqui dentro, nenhuma pessoa vai contar". "Eu entendo também que com meus erros, acertos, surtos, sorte, falta de sorte dentro do jogo, tenho contado essa história, pelas relações que construo e atritos que tenho que enfrentar para ser sincera comigo mesma, essa tem sido a minha maior dificuldade...
Damião Soares dos Santos foi responsável pelas mortes de cinco crianças e uma professora de Janaúba (MG).
Um dia após a tragédia de Janaúba (MG), todos ainda estamos céticos sobre a conduta do vigia Damião Soares dos Santos. Por que ele decidiu matar crianças? Por que produziu cenas de horror e dor para tanta gente?
A Polícia Civil de Minas Gerais defende que o crime foi premeditado. A data do atentado — 5 de outubro — foi o mesmo dia da morte do pai de Damião há três anos.
Em sua casa, foram encontrados galões com combustível.
O vigilante havia dito para familiares que "daria um presente a todos", com sua morte, em breve.
Ao chegar à creche Gente Inocente, ele se certificou de fechar a porta das salas onde havia crianças.
Todos esses são indícios de como ele arquitetou o atentado.
Como era funcionário da creche, Damião tinha a afeição das crianças. De mochila, ele disse que havia trazido sorvete para comemorar o Dia da Criança. Mas no pote que ele exibiu, havia gasolina.
"Meu filho falou que o homem ofereceu para ele sorvete e quando ele correu para pegar, ele jogou gasolina e fogo", contou ao jornal O Tempo Edivaldo Samuel, pai de um menino atingido pelo vigia.
Quando acendeu o isqueiro, Damião começou a abraçar meninos e meninas. A professora Heley Abreu chegou a lutar corporalmente com ele para impedir que o fogo atingisse mais crianças.
Transtorno mental
Familiares de Damião informaram à polícia que havia "sinais de loucura" nele há no mínimo três anos. O vigia tinha mania de perseguição e achava que seria envenenado pela mãe.
As postagens mais recentes dele no Facebook tratam justamente de envenenamento — por restaurantes e padarais.
Para o delegado regional de Janaúba, Bruno Fernandes Barbosa, o vigilante pode ter tido um surto psicótico.
"Na casa, encontramos redações feitas por ele, falando do Estatuto da Criança e do Adolescente, textos aleatórios sobre infância e um CD com fotos de crianças brincando, tomando sorvete."
Ao menos sete pessoas morreram na tragédia de Janaúba: cinco crianças, a professora Heley e o vigilante.
Um dia após a tragédia de Janaúba (MG), todos ainda estamos céticos sobre a conduta do vigia Damião Soares dos Santos. Por que ele decidiu matar crianças? Por que produziu cenas de horror e dor para tanta gente?
A Polícia Civil de Minas Gerais defende que o crime foi premeditado. A data do atentado — 5 de outubro — foi o mesmo dia da morte do pai de Damião há três anos.
Em sua casa, foram encontrados galões com combustível.
O vigilante havia dito para familiares que "daria um presente a todos", com sua morte, em breve.
Ao chegar à creche Gente Inocente, ele se certificou de fechar a porta das salas onde havia crianças.
Todos esses são indícios de como ele arquitetou o atentado.
Como era funcionário da creche, Damião tinha a afeição das crianças. De mochila, ele disse que havia trazido sorvete para comemorar o Dia da Criança. Mas no pote que ele exibiu, havia gasolina.
"Meu filho falou que o homem ofereceu para ele sorvete e quando ele correu para pegar, ele jogou gasolina e fogo", contou ao jornal O Tempo Edivaldo Samuel, pai de um menino atingido pelo vigia.
Quando acendeu o isqueiro, Damião começou a abraçar meninos e meninas. A professora Heley Abreu chegou a lutar corporalmente com ele para impedir que o fogo atingisse mais crianças.
Transtorno mental
Familiares de Damião informaram à polícia que havia "sinais de loucura" nele há no mínimo três anos. O vigia tinha mania de perseguição e achava que seria envenenado pela mãe.
As postagens mais recentes dele no Facebook tratam justamente de envenenamento — por restaurantes e padarais.
Para o delegado regional de Janaúba, Bruno Fernandes Barbosa, o vigilante pode ter tido um surto psicótico.
"Na casa, encontramos redações feitas por ele, falando do Estatuto da Criança e do Adolescente, textos aleatórios sobre infância e um CD com fotos de crianças brincando, tomando sorvete."
Ao menos sete pessoas morreram na tragédia de Janaúba: cinco crianças, a professora Heley e o vigilante.
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